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19/08/2019 às 12h07 O âncora Você está aqui: Home / Futebol Imprimir postagem

Rogério Ceni vence na estreia e Cruzeiro derruba o Santos

Nos minutos finais, quando o Cruzeiro apenas tocava bola no ataque, a torcida no Mineirão começou a gritar o nome do técnico que estreava neste domingo (18).

Nada que Rogério Ceni já não tenha ouvido na carreira como goleiro e técnico. Mas seu impacto na equipe que estava entre os rebaixados do Campeonato Brasileiro foi imediato.

A vitória por 2 a 0 sobre o Santos no Mineirão fez o time mineiro sair da zona da degola do Brasileiro, também graças ao 1 a 0 obtido pelo CSA sobre o Fluminense no Maracanã.

O Santos ainda é o líder do campeonato, apesar de ter perdido duas partidas seguidas pela 1ª vez no torneio. Na semana passada, havia sido derrotado pelo São Paulo. Mas viu a vantagem na ponta da tabela cair para dois pontos. A equipe tem 32, contra 30 de Flamengo e Palmeiras.

Os gols do Cruzeiro foram marcados por Fred e Thiago Neves.

O primeiro teve influência direta de Rogério Ceni. Quando o Santos viu Gustavo Henrique ser expulso, aos 3 minutos de jogo, o técnico mandou o centroavante aquecer. No fim do primeiro tempo, o atacante que não marcava há 16 jogos abriu o placar.

Era um jejum maior que o do próprio Cruzeiro, que ficou 11 partidas sem vitória.

A influência de Ceni não se limitou à substituição. Não era segredo que ele mudaria o Cruzeiro. A ideia era passar do ritmo mais cadenciado usado por Mano Menezes para um estilo mais veloz. Ele chegou a dizer isso à beira do campo, segundos antes do início.

Mesmo assim, o técnico do Santos, Jorge Sampaoli, não estava preparado. Manteve a escalação de um setor de marcação lento, incapaz de acompanhar os atacantes rivais.

Foi na correria que Pedro Rocha ganhou de Gustavo Henrique e provocou a expulsão do defensor. Também com a colaboração do goleiro Everson, que ameaçou sair do gol, parou no meio do caminho e provocou o instante de indecisão do companheiro que foi fatal.

Com um a menos, o Santos não tinha poder ofensivo para reagir. Até porque Sampaoli, dono de um trabalho quase irretocável até agora na Vila Belmiro, meteu os pés pelas mãos.

Com a expectativa de jogar 87 minutos com um jogador a menos, não colocou mais outro zagueiro para repor a perda de Gustavo Henrique. Tirou Evandro e colocou o lateral Pará, que foi tão mal em campo que acabou substituído por Luiz Felipe. Apenas quando estava em desvantagem, Sampaoli introduziu mais um defensor na equipe.

Agitado à beira do campo, Rogério Ceni insistia para seu time ir para à frente. O Cruzeiro teve chances para marcar mais gols, mas as desperdiçou.

CRUZEIRO

Fábio; Orejuela, Dedé (Cacá), Fabrício Bruno e Egídio (Fred); Henrique, Dodô, Marquinhos Gabriel e Thiago Neves; David (Robinho) e Pedro Rocha. T.: Rogério Ceni

SANTOS

Éverson; Jorge, Lucas Veríssimo e Gustavo Henrique; Diego Pituca, Carlos Sanchez (Alison), Felipe Anderson e Evandro (Pará (Luiz Felipe)); Derlis Gonzáles, Soteldo e Sasha. T.: Jorge Sampaoli

Data: 18 de agosto de 2019, domingo

Horário: 16h (de Brasília)

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

Competição: Campeonato Brasileiro, 15ª rodada

Árbitro: Anderson Daronco (RS) Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS)

VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN)

Gols: Fred, aos 43 minutos do primeiro tempo; Thiago Neves, ao 1º minuto do segundo tempo

Cartões amarelos: Thiago Neves e Fred (Cruzeiro)

Cartão vermelho: Gustavo Henrique (Santos)

 

(FolhaPress)


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